Paracyprichromis nigripinnis Archive

  • tanganyikaaquarium6

    Conheça algumas espécies do Lago Tanganyika

    O meu grande amigo lusitano José Bentes ou comumente conhecido como #AquaBen apresenta uma lista interessante de imagens de alguns dos principais ciclídeos africanos do lado Tanganyika que podem ser encontrados. Claro que infelizmente a grande maioria são vendidos na Europa, no Brasil ainda não temos como ter grande maioria desses maravilhosos peixes!

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  • Lago Tanganyika – Versão de Bolso

    Lago Tanganyika – Versão de Bolso

    O Lago Tanganyika com uma profundidade máxima de 1470m, é o mais profundo Lago Africano e o segundo mais profundo em todo o mundo. Estende-se por cerca de 600km com uma largura média de 50km pelo “Great Rift Valley”. A sua linha costeira atravessa quatro diferentes países, com o Congo e a Tanzânia a possuírem a maior parte do Lago. A parte Nordeste pertence ao Burundi e a zona mais a sul encontra-se em território da Zâmbia. Estimativas recentes, falam em 20 milhões de anos como sendo a idade do Lago Tanganyika.

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  • Tanganyika’s Nature Place

    Tanganyika’s Nature Place

    Pelo fato de já ter comido muita poeira com os plantados eu aprendi que conhecimento nunca é demais, muito pelo contrário. Dessa forma corri atras e consegui comprar algumas boas publicações para que eu pudesse realmente cair de cabeça no assunto, que foram: * Back To Nature - guide to Tanganyika Cichlids de Ad Konings * Aqualex Catalog - Cichlids from lake tanganyika Com essas duas obras em mãos debulhei cada detalhe e cada pedacinho de informação que eu precisa, principalmente pelo ambiente onde eles vivem. Realmente as informações taxonomicas e no geral sobre os peixes são fantásticas, mas uma coisa que eu desejava era ver como era o habitat deles na prática. Desde que conheço aquario de CA's sempre vejo montagens com rochas de recife, seichos rolados, marmore e uma outra infinidade de pedras de diferentes tipos, cores, formas e tamanhos. Mas na prática era isso mesmo? Pois é eu tinha que verificar como é a coisa na forma NATURAL, pois isso iria me basear no segundo momento dessa montagem. Tirei muitas dúvidas, criei outras, entrei em contato com geologos no Brasil e na Europa para poder entender melhor as formações do grande RIFT. Para complementar consegui ver vários documentários, alguns bem antigos, da região e a vida dos nossos amigos recifais de água doce. Ao final desse trabalho cheguei ao seguinte produto:

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